“Vanity Fair 100 years”

 

Foto: Divulgação

Há 100 anos atrás, a Vanity Fair abria a porta do império da editora Condé Nast. Com apenas dois anos de vida já publicava mais páginas de anúncios do que qualquer outra revista americana.  Em 1925 competia com The New Yorker como top na cultura do “establishment ” norte- americano.

Os melhores escritores da época, como Aldous Huxley e TS Eliot abrilhantavam a revista.  Fotógrafos, jornalistas, e críticos sempre pinçados dentre os melhores, caracterizaram desde o início, um jornalismo da mais alta qualidade. No cenário editorial internacional, a Vanity Fair é considerada um dos veículos mais prestigiados de todo o mundo.  Na edição de seu centenário, os editores elegeram as 9 reportagens mais importantes do século. Dentre elas a morte do rebelde James Dean e a famosa revelação ao mundo sobre quem era finalmente o Garganta Funda do caso Watergate. 

Nesta importante data comemorativa, a top model  Kate Upton, sob as lentes mágicas de Annie Leibowitz, encarna a eterna Marilyn Monroe. Sempre acompanhando a realidade dos costumes, o editor Graydon Carter optou pela longevidade do título exatamente para apontar a nova época, onde nada parece durar mais.  Está chegando ao mercado, o livro “Vanity Fair 100 Years” que sem a menor dúvida, será para os apaixonados pela revista objeto de desejo da temporada. Happy-Birthday Mr.President, ops Vanity Fair!

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Comentário 1

  • Elisete Toledo20/11/2013 em 15:01

    Parabens AMANTES DA VIDA, POR COMPARTILHAR ESSA LONGEVIDADE EDITORIAL,GLAMUROSA E OUSADA….

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