Sintra

 

Foto: Divulgação

A crise europeia não consegue diminuir o fluxo de turistas que se desloca por Portugal. Na pequena cidade de Sintra, local de veraneio preferido dos reis portugueses, a massa de turistas que invade as vielas estreitas e acampa em seus restaurantes e bares passam ao largo da dificuldade econômica que o País enfrenta.

Duas chaminés gêmeas que adornam o Palácio Nacional de Sintra, já indicam estarmos entrando no centro histórico da bela Sintra. Neste palácio existe a maior coleção de azulejos modejares do mundo, herança dos mouros. Mas ele também ainda expõe as grades da janela do quarto em que o rei Afonso VI ficou preso. Seu irmão resolveu roubar o trono e o esposa e não achou motivo maior do que alegar que o rei era louco…

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Uma bela caminhada em meio a árvores deve ser agradável durante o ano, mas em pleno verão… só os desavisados encaram. Antes de pegar um táxi, ou uma romântica charrete para subir ao Palácio Nacional da Pena, imperdível uma pausa na Periquita e se deliciar com os travesseiros, um folheado com os famosos recheios de ovo.

Pode-se deixar a Ferrari encostada, pois só se chega ao Palácio da Pena em um ônibus da empresa que toma conta do local. Dando sorte, o som do concerto que pode estar se apresentando não consegue diminuir a beleza do romântico palácio.

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No cume da serra, o Castelo dos Mouros, onde foi construída a primeira capela crista dedicada a São Pedro e a Quinta da Regaleira são espaços repletos de jardins, torres, lagos e estátuas. Mas… desaconselhada a visita para os amantes da vida, pois mesmo que no meio de bosques, com vistas lindíssimas… haja chão para se andar. Mas realmente reviver Sintra é sempre uma festa e uma emoção que o tempo não consegue apagar a sua luz e o seu colorido.

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