Mozart Guariglia

 

“Tenho 67 anos de vida, portanto um idoso, longa vivência na Ginecologia atuante por quase todos os dias da minha vida, um dos grandes prazeres de que desfruto além da minha família e posso dizer que tal conceito não espelha a realidade da minha geração”

AV – Quais as conseqüências físicas que envolvem o fim do ciclo menstrual?

Mozart – Em Medicina sempre temos que ter o cuidado de falar de forma absolutamente entendível para os leigos, para os não-médicos, jamais usar a empolgação do “mediquês” que pouca gente entende. Deixemos essa forma para os mais eruditos. Portanto, falaremos da forma mais simples possível, da forma que falamos no nosso dia a dia, está bem?

Significa pura e tão somente a falência da função ovariana, o ovário para de produzir os hormônios fundamentais para a vida da mulher. É como uma plantinha que para de receber água! Nesse processo de falência entra também a hipófise que é uma glândula que fica entre os dois lados do cérebro que também produz hormônios reguladores. Ressecamento da pele, dos olhos, dos cabelos, da genitália dificultando a relação sexual; unhas quebradiças, ossos perdem massa, flexibilidade se tornando suscetíveis a fraturas, dores ósteo-articulares, sensação de cansaço, dores nas pernas, braços e outros sintomas físicos que variam de mulher para mulher. Só para enunciar as mais comuns.

AV – A menopausa afeta obrigatoriamente a psique feminina?

Mozart – Como disse acima, varia de mulher para mulher! Umas sentem demais, outras quase nada e muitas muito pouco. Mas nada que seja difícil de resolver caso o médico e paciente tenham a mente aberta e o devido conhecimento para encontrar boas e interessantes soluções duradouras. Nada é bom para todas porque nenhum ser humano é igual! Umas dizem que foram ressuscitadas porque estavam mortas para a vida. Outras não aceitam de jeito nenhum, querem isoflavonas, chá de amora e outras inutilidades porque TRH (TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL) dá câncer. Isoflavona pode ser muito bom para os orientais que consomem soja a vida inteira!

AV – A reposição hormonal pode reverter um distúrbio de comportamento?

Mozart – Sim e como! Existem muitas controvérsias dentro do nosso meio por conta de um trabalho meio que incipiente feito por uma associação americana de enfermagem (hoje com versão diferente, porque mais completo e abrangente) que apresentou números, a princípio assustadores, contra a TRH (hoje simplesmente RH). Na minha experiência os resultados são muito bons, recompensadores e muitas mulheres vivendo dentro da quase normalidade. Quase… porque pode ser comum usar remédios, mas jamais será normal e nessa fase da vida não é o caso de tudo se resolver com um remédio apenas. Existe hipertensão, distúrbios do colesterol, triglicerídeos, diabetes, osteoporose, hipertensão arterial, só para enunciar os mais comuns.

AV – O que motiva o aumento de peso nesta fase?

Mozart – São muitos os fatores, mas o desequilíbrio hormonal provoca várias alterações. Existe a retenção de líquidos e as gorduras passam a ter distribuição diferente se acumulando mais no abdômen, coxas, nádegas, culote. A falta de atividade física que deve sempre ser sob forma de caminhadas de no mínimo 30 a 40 minutos diários, sempre com um tênis de boa qualidade, vestes adequadas, hidratação oral continuada, chapéu sempre, protetor solar, hidroginástica, musculação adequada, exercícios sem impacto, ou seja, atividade bem regulada e bem orientada, além daquele termo que detesto e é o terror das mulheres – dieta balanceada…

AV – Porque a distribuição do peso passa a ser localizado, transformando um violino numa caixa de som?

Mozart – Não é corrente tal conceito tão negativo sobre o corpo das mulheres. Com umas acontece e com a maioria não é o caso, conforme exposto na pergunta anterior!

AV – Considerando que as mulheres maduras de hoje são as da geração em que eram preparadas apenas para o casamento e não para o sexo, existe a possibilidade de reaparecer na menopausa os velhos tabus?

Mozart – Tenho 67 anos de vida, portanto um idoso, longa vivência na Ginecologia atuante por quase todos os dias da minha vida, um dos grandes prazeres de que desfruto além da minha família e posso dizer que tal conceito não espelha a realidade da minha geração. Varia muito com a sociedade, cidade, lugar onde vivemos. Muito comum que nas cidades praianas do sudeste, as pessoas se mostrem mais descontraídas, mais pra frente se me permitem o termo da minha geração. Umas podem ser assim, mas nada impediu que modificassem o que possam ter recebido dos pais e têm vidas afetivas sexualmente falando mais do que satisfatórias. O fato é que a longa convivência modifica comportamentos afetivos, sem dúvida… mudam sua natureza e nem por isso menos gratificantes. O grande problema aí é o comportamento do homem que não raro se comporta como alguém que não se importa com os desejos, as preferências da parceira. Muito comum as queixas de mulheres que se sentem rejeitadas, ocasionalmente verdadeiros “depósito de matéria orgânica” segundo elas mesmas.

AV – Fisicamente existe algo de perturbador que atrapalhe o desempenho sexual da mulher? Em caso positivo, como reverter?

Mozart – As famosas “quedas de bexiga” que provocam as perdas urinárias inesperadas e tão indesejáveis quando fruto da perda de elasticidade dos tecidos da genitália interna e aparelho urinário, formam na minha experiência um dos grandes desafios para a mulher atual constituem um dos grandes embaraços para o casal! Algumas se sentem muito “largas” e a projeção, exteriorização do tecido da bexiga e, ou do próprio colo uterino para o intróito vaginal provoca grandes dificuldades, empecilhos, embaraços, desconforto e constrangimentos que pode parecer assustador. nada que não possa ser bem resolvido, via de regra cirurgicamente. Independe, muitas vezes, se fruto de vários partos vaginais (o tal de parto “normal”) um ou outro ou nenhum; mas nada que cirurgia feita via vaginal, ou não, não resolvam mais do que satisfatoriamente aliadas a exercícios dirigidos, fisioterapia especializada e Urologia ginecológica.

AV – Atualmente o sexo vem sendo indicado até para rejuvenescimento da pele, brilho no cabelo rs. Na mulher madura estes efeitos se verdadeiros continuam a existir?

Mozart – Na minha experiência a TRH resolve e muito bem esse tipo de alteração, até porque, via de regra, estimula bem o desejo sexual, resolve mais do que bem a grande maioria das ocorrências de quem as tem. O grande problema é se o parceiro acompanha, consegue fazer frente aos novos desafios da moderna sexualidade, essa saudável renovação após e durante a TRH que pode durar décadas! As pessoas vivem mais, muito bem e muito melhor. É preciso que estejamos atentos as demandas dessa saudável nova realidade para a Terceira Idade.

AV – É aconselhável o uso de antidepressivos nesta fase de climatério?

Mozart – Na minha experiência tal recurso não é relevante porque a TRH supre e muito bem tal ocorrência, além da boa relação médico-paciente. A “plantinha”, nossa flor precisa é de “água”, de hormônios, bem dizendo. É preciso que o médico seja capaz de ter, conquistar a absoluta confiança de sua paciente. É preciso, também, que os médicos tenham sempre em mente que a principal estrela do maravilhoso espetáculo da Medicina Verdadeira é a paciente. Nós existimos, fazemos e lutamos por ela e para ela. O médico tem que entender que é pura e tão somente um veículo para o BEM ESTAR e não faz mais do que sua obrigação dedicar todos seus esforços pelo absoluto e continuado equilíbrio físico e psíquico das pessoas, dos seres humanos. A paciente, sempre, tem que sair da consulta, do procedimento mais feliz, mais tranqüila do que entrou, sorridente, recompensada. O médico deve sempre bem informar, tranquilizar, sempre com a maior lealdade! Quantas vezes recebo pacientes absolutamente aterrorizadas com a postura de certos médicos que dizem coisas de uma forma tão rebuscada, tão exagerada, principalmente durante exames como ultrassonografia comumente pedidas, que elas não conseguem alcançar a real dimensão do fato e se desesperam e permitem que saiam nas condições mais lastimáveis! Digo sempre para não ficar lendo os resultados dos exames e comparando coisas tão diferentes com a Internet! medicina é algo muito abrangente, tal hábito pode trazer sofrimentos desnecessários até que volte a se consultar com o médico; temos que informar como serão feitas as coisas propostas até o quanto pode doer, que nível de desconforto e até onde isso pode ser evitado. As pessoas têm medo absoluto do desconhecido, das incertezas, de sofrer… Temos que evitar isso, informando com lealdade.

AV – É normal o homem se espelhar na maturidade física da sua mulher e querer uma transfusão de juventude, trocando duas de 30 por uma de 60?

Mozart – Creio que a pergunta está invertida… Galo velho gosta de galinha nova ou panela velha é que faz comida boa? Pode como não é, ser normal, mas muito comum desde tempos imemoriais, se é que entendi a pergunta… principalmente e cada vez mais nos tempos tidos como modernos. O que mais se ouve são pessoas dizendo que o negócio é ser feliz porque a vida é uma só, é curta! Relacionamentos se renovam quase que como se troca de camisa, não importando quantas pessoas sejam infelicitadas por conta desse tipo de atitude que beira o irresponsável, egoísta acima de tudo! Basta parar para analisar quantas pessoas de ambos os lados são envolvidas quando duas vidas se juntam além dos frutos-filhos que produzem? Se nos tornamos eternamente responsáveis por tudo aquilo que cativamos, conforme se aprende no “livro-texto” das misses do passado, seria muito difícil entender quanta infelicidade se provoca quando uma relação se desfaz unicamente porque o negócio é ser feliz? O homem idoso, via de regra não se dá conta de que essa jovem deseja unicamente “se dar bem”! A mágica do “diamante azul” tem facilitado muito tal prática e vários óbitos de muitos “atletas do sexo” turbinados além da conta…

AV – Você sente diferenças flagrantes na mulher de 60 anos de hoje, e as da mesma idade quando você começou a clinicar?

Mozart – Na grande maioria sim. Existem pessoas negativas, pessimistas, que não se valorizam, não se respeitam, não reconhecem seu imenso valor por conta de parceiros absolutamente desumanos, que chegam destroçadas em busca de socorro para suas existências. Na medida em que vamos conhecendo o ser humano na prática diária da nossa arte conhecemos verdadeiras tragédias humanas de mulheres que sofrem a vida inteira se submetendo a coisas ultrajantes, muitas vezes por amor, por medo ou simples falta de opção, de não ter para onde ir. Muito comum depois que criados os filhos cada um voa como que flechas disparadas do arco em busca de seus destinos e não raro, esquecem o que ficou para trás mesmo sendo quem lhes possibilitou chegar aonde chegaram. As pessoas se esquecem com muita facilidade quem lhes trocou as fraldas, amamentou, cuidou na doença, educou, orientou. Nas voltas que a vida dá, quando essa mulher no ocaso da vida, na tragédia da doença muitas e muitas vezes se tornam vítimas do perverso “não tenho tempo” e são depositadas em um asilo ou como se diz eufemisticamente – “hotel ou casa de idosos” onde morrem mais rapidamente de tristeza, doenças e arrasadas pela enorme injustiça que sofrem. o esquecimento dos familiares… É desumano, mas muito corrente frequente.

AV – O Dr. Mozart, fora do consultório tem algum hobby?

Mozart – Carpintaria, marcenaria, caminhadas, motos de trilha e passeio, mergulho, meus queridos cachorros e animais em geral.

AV – Como se relaciona com a era da informática?

Mozart – Fiz meu primeiro curso de informática quando estava no Exército fazendo estágio após cumprir 2 anos de Curso no CPOR – RJ via IBM em 1968 ao mesmo tempo em que cursava a Faculdade de Direito na Gama Filho e depois PUC – Rio até o terceiro ano. No que se diz “feijão com arroz” meu desempenho é satisfatório.

AV – Não nos tornamos sábio como apregoa a velhice clássica, mas a experiência traz um peso. O que você pode sugerir como medico e como homem as maduras do século XXI?

Mozart – Passei por uma experiência emblemática no decurso de minha arte que me deixou profundos sentimentos. O seguinte – Uma prima certa feita relatou que sua tia estava internada em um hospício no Rio e que lhe causava enorme pena porque era uma pessoa maravilhosa e enquanto conversava com outra paciente na minha sala de espera e ouvia o que aconteceu com ela após a TRH que dizia entre as coisas “que a ressuscitou depois de completamente morta para a vida, doida varrida”. Relatou o drama e perguntou se podia trazê-la para mim. Claro que sim. Quando a vi pela primeira vez me deparei uma senhora alta, negra, de cabelos grisalhos e muito bonitos, mas de semblante muito triste, cabisbaixa e quase que desligada do que acontecia em volta, talvez por conta da enorme carga de remédios que depois fui tomar conhecimento durante a história clínica colhida com enormes dificuldades. Feitos os exames de rotina, começamos a TRH injetável que tem efeitos muito eficazes e rápidos. Com 15 dias ela voltou com o restante dos exames e perguntou que milagre era aquele que eu tinha lhe ofertado! Pensei eu – como é simples, com tão pouco dar tanta felicidade a um ser humano e ainda existem pessoas que são contra o método! Ora bolas! Existem indicações e contra-indicações formais e até as que deixam dúvidas pelos antecedentes familiares, doenças pré-existentes etc.

Temos que pesquisar com critério e recomendar ou não! Com 45 dias reconquistou a alegria de viver, voltou a ser produtiva ativa e tudo o mais, mas havia se criado um tremendo problema para o casal, mesmo depois de termos passado para terapia exclusivamente oral na TRH. O desejo sexual dela que sempre foi muito forte, “é por causa da cor da pele, doutor”, dizia ela sorrindo, tinha voltado e o marido não conseguia corresponder mais, até pela idade e porque tinha sido submetido à retirada da próstata com resultados desfavoráveis. Pedi que trouxesse o companheiro para uma conversa, no que relutou muito e custou aparecer por vergonha e desinformação. Quando o vi, me deparei com um negro que mais parecia um armário de três portas abertas diante de mim!

Nunca me esqueci dele porque tinha lábios muito carnudos e muito rosados como se usasse batom! Após muita conversa e já numa segunda conversa sugeri que procurasse um bom Urologista que por certo resolveria a contento o problema restabelecendo a normalidade da relação via cirurgia para colocação de próteses penianas ou algum tipo de medicação, vários recursos de simples acesso! Muito irritado disse que passava pela provação que Deus desejava para eles e que isso era pecado e antinatural. Retruquei com firmeza que ele não podia desdenhar dos avanços da Ciência que existia para melhorar a qualidade de vida das pessoas com enormes êxitos e que não deveria colocar sobre os ombros de sua esposa que diante do tratamento voltava à normalidade, seus conceitos sobre fé e desejos de Deus que na minha visão nada tinha que ver e com isso trazendo para ela intranquilidade e infelicidade já que ela o amava.

Levantou-se e afirmou que já que eu não acreditava em Deus iria dar uma solução adequada ao problema que vivia. Depois de uns 12 meses minha prima voltou e contou o final da história – o marido não comprou mais a medicação e ela foi voltando ao estado lastimável anterior, gradativamente. Certa feita a levou a um hospital no Rio para consulta com um psiquiatra e quando se deram conta a procuraram após dizer que ia ao banheiro e viram um corpo no pátio do hospital. Ela se jogou do oitavo andar do prédio em que estava… Portanto, sugiro que exijam respeito até as últimas consequências. A medicina moderna faz com que o ser humano viva mais tempo com excelente qualidade de vida. Doenças há tão pouco tempo incuráveis foram tornadas quase que comuns com a maravilhosa evolução do conhecimento humano, da Ciência. Nada na nossa vida pode ser tido como um peso, mas experiências acumuladas. Sofrimento não é um propósito de vida, mas percalços que devem ser superados, resolvidos e entendidos como experiência do passado para que no futuro sejam mais bem resolvidos caso se repitam.

No mais, muito grato pela rara oportunidade de passar as pessoas minhas modestas experiências, vivências e modo de ver a vida.

Abraço fraterno

Mozart Guariglia de Oliveira

 

 

Comentários 8

  • Mozart Guariglia de Oliveira25/01/2013 em 17:01

    Sisuko!
    Cada vez que leio o que escreveu mais orgulhoso fico por ser seu amigo. Só que desejava muito que não se esquecesse de mim mais…Afinal, é velha a frase – você se torna eternamente responsável por tudo que cativas, né?
    Abraço fraterno
    Meu e mail –
    mozartgo@gmail.com

  • SIZUKO NAKAYAMA10/12/2012 em 19:52

    MOZART, AGRADEÇO O COMENTÁRIO DEIXADO NA MINHA ENTREVISTA.SOMENTE HOJE TIVE CONHECIMENTO.
    FIQUEI ESPANTADA AO LER “SINTO MUITO, ME PERDOE, TE AMO, SOU GRATO”; TENHO ESSES DIZERES ESPALHADOS NOS VÁRIOS CANTOS DA MINHA CASA, E QUE EFEITO ESPANTOSO SE FAZ.
    PARABÉNS PELA SUA ENTREVISTA RICA E ESCLARECEDORA.
    OBRIGADA POR VOCÊ EXISTIR.
    ABRAÇOS

  • Nina Mega24/05/2012 em 23:57

    Parabens Mozart, adorei a entrevista, muito esclarecedora !

  • Deise Raquel23/05/2012 em 23:04

    Mozart,
    Fantastica sua entrevista, simples, clara e objetiva. Estou passando por essa fase “complicada” na vida das mulheres, mas nada tão absurdo, a diferença é que meu caso foi invertico, não engordei… emagreci!!!
    Parabéns. Biijuuss

  • Sergio R.S. Andrade23/05/2012 em 21:54

    Valeu, Mozart.
    Sua entrevista é clara e elucidativa, principalmente mostrando em linguagem coloquial e não o mediquês, toda a sua vasta experiência.
    Grande abraço.

  • Ana Margareth Scali23/05/2012 em 20:02

    Oi. Gostei do que li e aprendi mais um pouquinho, querido colega. Estou em plena fase da menopausa.Já passou as ondas de calor e as insônias. O resto tenho tirado de letra. Não engordei, continuo a fazer minhas caminhadas e a libido, vai bem obrigado. Só não tinha me dado conta das pequenas dores nas articulações. Depois que li, refleti e conclui que elas estão aparecendo por causa da meno. Dorzinhas chatinhas nos joelhos, cotovelos e tornozelos, quando são apertados. Que bom que esclareci com o seu texto. Parabéns, ele retrata muito da vida, passando claramente o seu recado. vivamos a vida!Beijoca, te vejo por aí andando.

  • Hilton Machado23/05/2012 em 19:26

    Mermão, vc falou com um equilíbrio assustador… (rsrsrs)
    parabéns pela abordagem simples e direta em assuntos tão difíceis.
    Abreijos,
    Hilton.

  • Júlio César Matta Camargo23/05/2012 em 19:12

    Esse é o Mozart que eu conheço. Médico que sabe quase tudo de sua belíssima profissão e, principalmente sabe passar às pessoa, pacientes, ou não, o seu recado.
    Com a profundidade de um estudioso, a sabedoria de um verdadeiro mestre e a simpolicidade de um ser vivido, mas nunca velho.
    Parabéns Mozart
    Júlio Camargo

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