Mostra Espaço Ano 20

Mostra de filmes brasileiros dá início às comemorações do 20º aniversário do Espaço Itaú de Cinema – Augusta

Evento, que acontece de 06 a 13 de setembro, exibirá, em película, 23 títulos do cinema da retomada e fará pré-estreia da cópia restaurada do filme CABRA MARCADO PARA MORRER, de Eduardo Coutinho, no encerramento da mostra. 

Foto: Divulgação

Na próxima quinta-feira, 06 de setembro, o Espaço Itaú de Cinema – Augusta apresenta a MOSTRA ESPAÇO ANO 20. O evento exibirá, até o dia 13/9, vinte e três títulos em película (35mm),  que entraram em cartaz nesses 19 anos do cinema, que foi inaugurado em 06 de outubro de 1993. O Espaço  chegou com uma  programação inovadora, exibindo cinematografias do mundo todo, além de trabalhar  os filmes brasileiros produzidos na retomada dos mecanismos de produção, que o presidente Collor havia extinguido nos dois anos que exerceu a presidência do país (1991-1992). Assim, em 1993, o Espaço, na época Banco Nacional de Cinema, apresentou Alma Corsária, de Carlos Reichenbach, primeiro título do cinema da retomada.

Foto: Divulgação

A abertura da MOSTRA ESPAÇO ANO 20 será no dia 05 de setembro, quarta-feira, com a exibição de dois filmes: CARA OU COROA, de Ugo Giorgetti, em sessão Debate Folha, aberta ao público e com entrada franca; e AUGUSTAS, estreia de Francisco Cesar Filho na direção de longas-metragens, fechada para convidados. Na quinta-feira, 13 de setembro, o Espaço antecipa a reestreia de Cabra Marcado Para Morrer (1984), de Eduardo Coutinho, encerrando a Mostra. O filme de 1984 será relançado, com cópia restaurada,  no dia seguinte, 14 de setembro, no Espaço Itaú de Cinema.

Foto: Divulgação

Na MOSTRA ESPAÇO ANO 20, serão exibidos: Alma Corsária (1993), de Carlos Reichenbach;Lamarca (1994), de Sérgio Rezende; Carlota Joaquina (1995), de Carla Camurati; Terra Estrangeira (1995), de Walter Salles; Sábado (1996), de Ugo Giorgetti; Baile Perfumado (1997), de Paulo Caldas e Lírio Ferreira; O Velho – A História de Luíz Carlos Prestes (1997), de Toni Venturi; Os Matadores (1997), de Beto Brant; Central do Brasil (1998), de Walter Salles; Hans Staden (1999), de Luiz Alberto Pereira; Cronicamente Inviável (1999), de Sergio Bianchi; Bicho de Sete Cabeças (2000), de Laís Bodansky; Tônica Dominante (2000), de Lina Chamie; Cidade de Deus (2001), de Fernando Meirelles e Kátia Lund; Janela da Alma (2001), de João Jardim e Walter Carvalho; Madame Satã (2001), de Karim Aïnouz; Carandiru (2002), de Hector Babenco;Edifício Master (2002), de Eduardo Coutinho; Narradores de Javé (2002), de Eliane Caffé; Amarelo Manga (2003), de Claudio Assis; O Cheiro do Ralo (2004), de Heitor Dhalia; Santiago(2006), de João Moreira Salles; Reflexões de um Liquidificador (2010), de André Klotzel e O Palhaço (2011), de Selton Mello.

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Inicialmente com três salas, o Espaço foi patrocinado pelo Banco Nacional e, em 1996, incorporado pelo Unibanco quando houve a fusão das duas instituições financeiras. Durante esses 19 anos, o Espaço Itaú de Cinema – Augusta realizou várias mostras, debates, projetos e pré-estreias, transformando-se em ponto de referência e vitrine do cinema brasileiro em São Paulo. Além de apostar na iniciativa pioneira em São Paulo, com exibição de títulos do mundo todo, o Espaço Itaú investiu também na formação de público através de seus diversos projetos: Projeto Escola no Cinema, Cinema & Literatura, Clube do Professor, Curta Petrobrás às Seis, Odisseia de Cinema, Sessão Cinéfila, entre outros.

As comemorações do 20º aniversário do Espaço vão até outubro de 2013, com programação de mostras, projetos especiais, debates e apresentações de première de filmes.

Foto: Divulgação

 

Espaço Itaú de Cinema – Augusta

Rua Augusta, 1470 – Cerqueira César

 

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