Milão

 

Em Milão espanta-nos a beleza exuberante do Duomo, maior catedral gótica da Itália. Sua construção, que durou 500 anos, começou no sec. XIV e objetivava abrigar toda a população da cidade, àquela época em torno de 40.000 pessoas. Daí chamar “Duomo” de Milão que significa Casa de Milão. É possível passar uma tarde toda em seu interior apreciando as obras de arte, inclusive a incrível estátua de São Bartolomeu carregando a própria pele.

Na capela do convento de Santa Maria delle Grazie, onde está a “Última Ceia” em afresco de Leonardo da Vinci, visitar o Teatro Alla Scala no último dia em que esteve aberto, ir a vários locais da cidade pelo metrô, visitar o “Cemitério Comunal” (fantástico), o “Castello Sforzesco”, além de esquadrinhar a famosa Galeria Vittorio Emanuele II, conhecida como “Il Salotto di Milano”.

Foto: Divulgação

Sugestão para hospedagem: Hotel Cavour (fica no quadrilátero da moda e oferece um ambiente elegante e acolhedor, com internet “free”). Para alugar um automóvel deve-se ir, preferencialmente de metrô, à estação de trem. Lá estão os escritórios e estacionamentos da Hertz, Avis e Maggiore.

Se chegar à Itália por Milão e pretender “fare un giro” de carro, deixe para alugá-lo no dia de sair. Se já estiver em outra cidade da Itália e pretender ir a Milão, certifique-se de que o hotel escolhido tenha garagem porque poucos dispõem dessa facilidade. E estacionar um carro em Milão é tão ou mais difícil do que na zona central de São Paulo.
Há programas de visita monitorada aos principais pontos turísticos da cidade, por isso é sempre aconselhável obter as informações no “desk” do hotel; é possível também fazer excursões de um dia (de trem) à região do Lago Di Como.

Foto: Divulgação
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Fonte: imigrantesitalianos.com.br

 

Comentário 1

  • betonboxing19/08/2012 em 18:52

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