Jakaru

 

Fast Food Light – Jakaru

Foto: Divulgação

Nada mais improvável, quando se fala em restaurantes no Norte e Nordeste do Brasil, é imaginar locais onde o foco é a alimentação light. No entanto, este tipo de culinária, onde as gorduras são cortadas e os pratos são apresentados em opções light está tendo bastante sucesso nestas regiões já que o consumidor está cada vez mais preocupado com a saúde.

Em Manaus, a jornalista Priscilla Mesquita entrevistou o empresário Ricardo Di Carli que está inovando com o lançamento de um fast food de peixe regional, sem óleo ou fritura no modo de preparo.

“A busca do amazonense por uma alimentação mais saudável tem aberto novos caminhos para quem quer investir no setor de restaurantes”. Atentas à tendência das refeições light, algumas empresas crescem no mercado com opções menos gordurosas e mais nutritivas. É o caso do restaurante Jakaru Peixes, o primeiro de Manaus a oferecer peixe regional “express”.

Foto: Divulgação

O empreendimento foi inaugurado na Praça de Alimentação do Amazonas Shopping Center (segundo piso) pelo empresário Ricardo Di Carli e mais dois sócios, que investiram R$ 300 mil.

Ele explica que a “casa” quer dar aos clientes a opção de comer peixes sem ter que gastar muito tempo e dinheiro. Assim como faz em outros restaurantes de shopping, o consumidor terá no cardápio opções variadas, que ficam prontas em até 15 minutos. A diferença é que os pratos principais serão filé de peixe (pirarucu, aruanã, tucunaré e pescado, por exemplo) e costela de tambaqui grelhada.

Outro diferencial do Jakaru (que em tupi-guarani significa “vamos comer”) é que nenhuma das refeições será feita com óleo. Os alimentos serão grelhados ou preparados no vapor. “Não trabalhamos com fritura. Comprei um forno importado, o mesmo usado no casamento do príncipe William, da Inglaterra. Nesse forno preparamos 80% da comida. Até a batata será feita sem fritura”, explicou.

Além das guarnições tradicionais, o Jakaru oferece também opções regionais, como baião de dois, farofa de ovos com banana, pirão e caldinho de peixe – tudo com menos gordura que a habitual receita.

Para compor o prato, o cliente pode escolher até três delas. Embora tenha optado por um formato de atendimento rápido, Di Carli não classifica o restaurante como fast food porque quer evitar uma possível associação com outras empresas que fornecem comidas gordurosas.

No Amazonas, o segmento de alimentação fora do lar, que abrange diferentes tipos de restaurantes, emprega 80 mil pessoas, aproximadamente, conforme dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel/AM).

 

 

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