Giorgio Armani

 

Bem estar é estar bem… vestida.

A admiração pelo gênio de visão aberta da integração da moda no mundo político e social de hoje, assim como a união étnica dos homens, Giorgio Armani meu ídolo particular colocou a moda no patamar da evolução do ser humano uma genial adaptação da elegância e conhecimento. Todos os anos lançamentos temáticos das coleções trazem a informação e mexem com a nossa inteligência. Dois anos e duas coleções com enfoque crucial dos acontecimentos mundiais.

Giorgio Armani claramente preocupado com oriente baseou-se em China Imperial, a coleção de alta costura 2011, e fez uma homenagem ao Japão. Embora seja verdade que a China representa uma oportunidade de negócios sem precedentes de mercado, a conexão do Armani para com o Japão é mais profunda e mais emocional.

Ele foi o apoio financeiro a um programa de bolsas UNESCO para ajudar as crianças vítimas do desastre de março. Com show Privé ele mostrou seu apoio em uma maneira mais pessoal, e talvez também reconhecer uma dívida da criatividade que se estende há décadas, ou pelo menos a sua famosa coleção tem influência do samurai.

O resultado foi uma simbiose impressionante do homem e do país. Japoneses que vão de ícones visuais de guarda-sóis á flores das cerejeiras, eram previsivelmente transmutados em impressões e, igualmente previsíveis, havia cintos obi like e dobras origami like.

Mas Armani espelhou-se no novo Japão, e nas velhas tradições, porque havia um toque de radicalismo inicial Rei Kawakubo.

Coleção grandiosa e futurista que floresceu nos corpetes rígidos.   O drama das roupas e sua inspiração literalmente vieram à tona com a arquitetura de origami de Philip Treacy nos “chapéus”. Eles destacaram a natureza estruturada da alta-costura da Armani, que era tão deliberada aqui como um corpete de couro envernizado preto e um mundo para além da fluidez de seu prêt-à-porter.

O show de Giorgio Armani de alta costura 2012 foi apresentado de forma totalmente inédita. Pouco antes de o show começar, Jessica Chastain, instalou-se na primeira fila. Houve gritos, aplausos, mas Chastain banhada em lágrimas, emocionada quando Armani a presenteou com um buquê enorme nos bastidores depois do show. 

Foto: Divulgação

Armani havia antecipado da apresentação, onde lançou seu conceito de alta costura o mais convincente até agora. O tema foi a metamorfose, com particular ênfase para a cobra, cujo poder de persuasão é lendariamente gravada em best-sellers como a Bíblia. 

A cobra e a borboleta emergida de uma crisálida processos influenciaram as silhuetas da coleção. As saias, por um lado, que foram profundamente dobradas como uma vagem. Ou as peças à noite, onde um corpete de paetês rastejava para fora de uma presa de seda. Talvez Armani estivesse olhando fotos da serpente de Guido Mocafico, porque a paleta de cores estrelou o mesmo absinto-verde brilhante, desconcertante de cobras Mocafico, apenas como as impressões tiveram a intensidade enrolada mesmo e os tecidos brilhantes duplicados o brilho suave da pele de cobra. 

A malha, colocada sobre as jaquetas e saias pareciam com répteis  tipo crocodilo. Um destaque especial foi dado a coleção masculina, onde jaquetas jogadas nos ombros, cabelos despenteados foram a mensagem do show de alta costura. 

E se Jessica Chastain acredita em amuletos da sorte, sabemos que ela estará vestindo no tapete vermelho. 

Mas apesar de amar a nova coleção não consigo deixar de amar Armani o Mestre com a sua visão da eterna elegância.

 

 Fonte: www.vogue.co.uk

 

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