Foco no afeto!

 

 

Gente também precisa de manutenção – Hardware, software e rede.

Foto: Divulgação

O “surto hormonal” que gruda um casal no início de uma relação é o “disparo amoroso”. É a natureza dizendo que dalí pode vir uma boa prole. Esse “patrocínio” hormonal, segundo médicos especialistas (Dr. Bento e Dr. Eucimar Coutinho) dura aproximadamente uns dois anos. 

Daí em diante, no aspecto relacional, eu gosto de acrescentar que é o desenvolvimento do vínculo afetivo que vai determinar a duração desta relação. Se bem desenvolvido, pode durar “para sempre” com boa qualidade, inclusive sexual. Um bom vínculo afetivo garante a relação nos momentos difíceis. O foco nas afinidades cria um elo sólido capaz de fazer das desafinidades coisas superáveis mais confortavelmente, às vezes até mesmo irrelevantes.

Nos dias de hoje, nessa civilização da distração sobre si mesmo, precisamos ser praticamente um super homem ou super mulher para conseguirmos e mantermos, sem ajuda externa, essa percepção. Assim como os computadores, precisamos de revisão e manutenção. De hardware, software e de rede.

Gosto de repetir, sem receio algum da redundância, que a nossa sociedade emprega num esforço inimaginável no preparo e manutenção de produtos, mas nas duas coisas mais importantes das nossas vidas, ainda vamos tímidos e como os pré-históricos no improviso: casamento e filhos. 

Assim, em ambos os casos a ajuda é necessária e pode transformar o que já é bom em algo inimaginavelmente melhor. Nunca é tarde. No fim das contas, de alguma forma, o nutriente essencial é sempre, sempre a expressão com… Foco no afeto! 

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