Cruzeiros

 

Digam o que disserem, mesmo depois do acidente com o moderno navio, na costa da Itália, que deu margem à expressão “Vada a bordo, cazzo”, por parte de alguma autoridade que ralhava com o comandante por abandonar a embarcação antes dos passageiros e dos tripulantes, continuo achando que os cruzeiros são a melhor forma de viajar.

É barato porque você se desloca entre cidades, sem checkins de aeroportos, malas e taxis, assim evitando estresses e dores nas costas. É confortável porque é como se estivesse internado num hotel de luxo, pagando apenas pelos drinques, e comendo do bom e do melhor. E, é divertido, pois há atividades para todos os gostos, desde quem gosta de jogging, de dançar, de cinema, de teatro, até de jogar no cassino. É uma Disney dos adultos. Mesmo quem não gosta de nada disto se diverte!

Foto: Divulgação
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E também é uma forma segura de viajar. Como em todos os meios de transporte, acidentes ocorrem. Alguns são tão frequentes que viram manchete, como foram os casos do navio italiano, ou do Titanic ou de Andrea Dória, ou dos desastres aéreos.

O que no passado era coisa de rico deixou de sê-lo. Há disponíveis, cruzeiros para todos os bolsos, todos os destinos imagináveis, com as mais diferentes durações (de um dia a três meses). Encontram-se até cruzeiros temáticos (gastronômico, musical, literário e, até religiosos, para quem gosta).  De navio, conheci meio mundo, Ásia, o Alaska, o Caribe, o Mediterrâneo, o Oriente Médio, o Báltico, o Mar Negro, sem contar muitas cidades brasileiras e outras tantas da América Latina. Aliás, Frei Vicente Salvador um dos primeiros historiadores do Brasil, na passagem do século XVI para o XVII, afirmou que os portugueses “sendo grandes conquistadores de terras, não se aproveitam delas, mas contentam-se de andá-las arranhando ao longo do mar como caranguejos”.

Foto: Divulgação
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Mesmo correndo o risco do epíteto de turista caranguejo, aquele que só conhece cidades litorâneas, vale à pena fazer cruzeiros. Assim conheci centenas de cidades, algumas de valor histórico e outras, grandes metrópoles.

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Comentários 3

  • dalva martins13/06/2012 em 00:23

    Olá Zé Fernando,
    Assino embaixo do que você escreveu sobre cruzeiros. Quem descobre esta forma de viajar, não quer saber de outra opção.
    Espero ainda encontrá-los novamente num próximo cruzeiro.
    Você e a Ana sabem levar a vida.
    bjs

  • ALIETE29/05/2012 em 23:03

    Ola meu amigo de ESCRITORIO,adorei sua materia sobre nossos magnificos passeios nos navios de turismo tenho a acrescentar apenas que alem de tudo que vc descreveu ,a oportunidadede fazermos novas amizades como aconteceu com a Ana e voce ,
    ABRAÇOS DAS AMIGAS DE CTBA.

  • Noemia29/05/2012 em 02:09

    Adorei a materia.Vou dar inicio a minha nova fase – a de caranguejo.

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