Amor não declarado

 

Algo que rouba um tanto da nossa respiração são amores não declarados. Sufocar um sentimento causa um vazio proporcional ao seu tamanho. Os amores que sentimos precisam ser declarados. É ato de saúde. Para quem declara e para quem ouve.

Não só enamorados, mas também amigos, parentes, colegas, etc. Mesmo amores impossibilitados de serem vividos por limitações do ego, quando sentimos o amor, todos precisamos expressar em palavras “eu te amo”. Na tortuosa e atribulada estrada da vida, deixamos alguns sentidos “eu te amo” por dizer. Às vezes muitos.

Foto: Divulgação

A cada sentido “eu te amo” que não é dito, um tanto adoecemos. Dar um objeto, fazer coisas, são atos de afeto, mas não substituem o dizer. Quando não declaramos o nosso amor e, por alguma razão, perdemos totalmente o contato com a pessoa amada, fica um vácuo, uma ausência de oxigênio para a “alma” que, assim, se estraga um tanto.

Disso muitas músicas lindas nascem, muitas poesias encantadoras são escritas, muitos quadros são pintados, muita arte é feita… mas o amor não declarado fica lá. Esperando… Esperando… A gente tenta esquecer como quem tenta não ver que adoeceu… até passa a entender doença como saúde….”Ah! A vida é assim mesmo…” Equivocada tentativa de enganar-se!

Amor não vivido é doença, não declarado é “suicídio” emocional. Se você tem um amor que ainda não declarou, não importa onde a pessoa esteja, mesmo que não esteja mais viva, faça mais que o possível para declará-lo.

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Use a inteligência, o bom senso, o segredo, a espiritualidade, e mais que tudo o “coração”. É justamente o coração que mais sofre se você não declarar. Desmonte a couraça… Derreta-se… entregue-se…prostre-se…reverencie a existência do ser amado, diga:

“EU TE AMO!!!”…e seja mais feliz!

Porque amor não declarado é como um “suicídio” emocional.

Foco No Afeto

 

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